MINISTÉRIO DA CULTURA
apresenta

ESTREIA
24 DE JULHO em CAMPINAS

Em cartaz até 02 de agosto

quinta, sexta e sábado às 19h | domingo às 18h

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PARA A ESTREIA

SINOPSE

O Musical Território do Amor faz ode ao mais complexo dos sentimentos humanos a partir das canções de grandes vozes femininas da música mundial.

 

Com texto de Gabriel Chalita, direção geral de José Possi Neto e direção musical de Daniel Rocha, espetáculo tem uma curta temporada de estreia no Teatro Sérgio Cardoso, de 5 a 27 de abril, com apresentações às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 16h.

 

O que une as saudosas cantoras brasileiras Elizeth Cardoso, Maysa, Dalva de Oliveira e Dolores Duran com a norte-americana Maria Callas, as francesas Barbara e Edith Piaf, a argentina Mercedes Sosa e a alemã Marlene Dietrich?

 

É justamente o fato de que todas elas, em seus diferentes tempos e sociedades, cantaram cada uma à sua maneira as delícias e dissabores do amor.

 

O Musical Território do Amor lança justamente um olhar para o que essas vozes poderosas e icônicas cantam a respeito desse que é o mais complexo dos sentimentos humanos.

Com uma atmosfera onírica e poética, a peça reúne todas essas lendas da música mundial em uma mesma barca, com destino incerto. Conduzidas por um barqueiro à luz do luar, elas navegam aquelas águas misteriosas enquanto contam e cantam seus amores a partir dos grandes temas que foram eternizados em suas carreiras.

 

O grande personagem da peça, segundo Chalita, é o próprio amor. “Essas mulheres fascinantes – tanto as brasileiras como as de outras línguas – surgem para serem ao mesmo tempo servas e senhoras do amor. E, graças ao jogo dramático, nós questionamos: para onde elas estariam indo? Para onde vamos quando o amor nos encontra?”, indaga.

 

Ainda de acordo com o autor, o musical é sobre a vida. “Ou sobre o amor que se vive na vida, o que permanece mesmo quando a vida que se conhece não permanece. Essas mulheres amaram seus amantes, a música e o cantar.

Elas também sofreram de amor, mas é possível viver sem sofrer de amor?

 

Enquanto pesquisava suas vidas e suas canções ficava mais fascinado com os percursos de dor e de superação de cada uma delas. Suas canções permaneceram”, acrescenta.

COM
Badu Morais (Elizeth Cardoso),Tatiana Toyota (Mercedes Sosa), Bianca Tadini (Maria Callas), Daniela Cury (Barbara), Neusa Romano (Maysa), elton towersey (Barqueiro), Fernanda Biancamano (Edith Piaf), anna preto (Dalva de Oliveira), aline serra (Dolores Duran), Maria Clara Manesco (Marlene Dietrich), Letícia Mamede (Swing).

Gabriel Chalita, autor de 93 livros, entre eles  “A Ética do rei menino”, “Pedagogia do amor” e “Os dez mandamentos da Ética”, vendeu mais de 12 milhões de cópias no Brasil, América Latina, Europa e Oriente Médio. Também escreveu peças teatrais como “O Semeador” (2015), “Hortance, a velha”(2017), Nelson Gonçalves, o amor e o tempo”(2019) e “Sorriso de Mãe” (2022).

 

Publicou seu primeiro livro aos 12 anos e começou a lecionar aos 15. Possui dois doutorados (Comunicação e Semiótica e Direito) e dois mestrados (Sociologia Política e Filosofia do Direito).

 

Foi Secretário da Educação do Estado e do Município de SP, vereador, deputado federal e dirigiu diversas instituições educacionais. Atualmente é professor na PUC, Mackenzie e IBMEC e assessor especial do SESC e SENAC RJ.

 

É membro da Academia Brasileira de Cultura, da Academia Brasileira de Educação e da Academia Paulista de Letras.

José Possi Neto, bacharel em Crítica e Dramaturgia pela ECA-USP, dirigiu a Escola de Teatro da UFBA de 1971 a 1976 e criou seu primeiro grupo teatral. Com bolsa da Fundação Fulbright, pesquisou teatro e dança

de vanguarda nos EUA.

 

Em São Paulo, dirigiu espetáculos como “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” (Saramago), “Salomé” (Wilde), “Três Mulheres Altas” (Albee) e óperas Premiado com Molière, APCA e Mambembe, destacou-se em musicais como “Cabaret” e “Tarsila a Brasileira” com Claudia Raia, ganhando prêmios QUEM (2013) e CONTIGO (2010) por “Emoçoes Baratas” (música de Duke Ellington).

 

Também dirigiu “Peter Pan”,” Salomé”,  “Masterclass” e -“Joana D’arc” com Christiane Torloni.

Kátia Barros coreógrafa, diretora, bailarina,  atriz formada pela Escola de teatro Célia Helena segue com uma carreira premiada no teatro musical com Cantando na chuva, o Homem de Lá Mancha, Annie, Sunset Boulevard, Uma linda mulher, Vingança, a Ópera Carmem de Bizet. 

 

Assina a co-direção de ‘Conserto para dois’ com Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia, e se torna uma figura presente também na TV como diretora coreográfica no programa The Masked Singer Brasil na rede Globo.

 

Coreógrafa e diretora de movimento da turnê  Nossa História de Sandy & Júnior e o DVD Meu lugar da cantora Anitta. Integrou elencos de montagens icônicas da Broadway no Brasil.

É paulistano e bacharel em música com habilitação em Composição e Regência pela UNESP.
Fez Iniciação Científica com bolsa de fomento da FAPESP em Educação Musical Infantil.

 

Em suas montagens profissionais de teatro musical estão José e Seu Manto Technicolor,  A Gaiola Das Loucas, Xanadu, Alô, Dolly!, As Mulheres De Grey Gardens, Cazuza – Pro Dia nascer Feliz, Nuvem de Lágrimas, Rent, Alice no pais do Iê iê iê, Rio + Brasil, Hebe – O Musical, O Homem De La Mancha, Annie, Billy Elliot, Escola Do Rock,  Charlie e a Fantástica Fábrica De Chocolate,  Homem com H, Kafka e a Boneca, Um Grande Encontro e Vital – O Musical dos Paralamas.

 

Trabalhou com os diretores Iacov Hillel, Hugo Possolo, Débora Dubois, Tania Nardini, Miguel Falabella, Mariano Detry, João Fonseca, John Stefaniuk, Carla Candioto, Marília Toledo, Wolf Maya, Marllos Silva, Jarbas Homem de Melo e Pedro Brício.

Multiartista com 30 anos de carreira, dirigiu Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda; Carmen, a Grande Pequena Notável (Prêmio São Paulo de melhor figurino); Tatuagem, de Hilton Lacerda (prêmio APCA de melhor diretor)e o musical da Broadway Cabaret, de John Kander e Fred Ebb, vencendo o Prêmio Bibi Ferreira 2024 de melhor direção e melhor figurino.

Renato Theobaldo, cenógrafo desde 1984, destaca-se nos principais teatros brasileiros, com mais de 50 cenografias óperas realizadas. A partir de 2000 inicia uma carreira internacional , com a criação de cenários para teatros como a “Wroclaw Opera House” na Polônia, “Erfurt Theater” na Alemanha  e a “Estonian National Opera”.

 

Paralelamente ao trabalho com operas, inicia  o desenvolvimento de cenografia para musicais, entre eles “Alô, Dolly”, “Cabaré”, “Antes Tarde do Que Nunca”, “A Madrinha Embriagada” e “Peter Pan”.

Com 37 anos de profissão como músico, em 1996 fundou os Estúdios Megafone, trabalhou em diversos CDs e DVDs como músico, técnico de mixagem e masterização.

 

Diretor técnico, operador de som e sound designer de diversos projetos com artistas como: OSRN, Ivan Lins, Ed Motta, Lenine, Morais Moreira, Dominguinhos, Musical A paixão de Cristo (PB), Musical Silvio Santos Vem Aí (SP), Encanto – Disney Brasil, Musical Ney Matogrosso – Homem com H (SP), Musical O Magico de Oz (SP), Musical O Adorável Trapalhão (SP).

Wagner inciou sua carreira em 1980 como técnico e operador de luz até 1985 quando como auto didata começa sua trajetória como Iluminador.

 

No teatro já tem mais de 200 espetáculos no currículo além de Óperas, Dança e Shows. Grandes parceiros: José Possi Neto, Naum Alves de Souza, Gabriel Vilela, Chiquinho Medeiros, Zé Rubens Siqueira, Nelson Baskervile, Carla Candiotto…
Premios: Shell, Coca Cola, Apetesp, Cultura Inglesa, Bibi Ferreira.

Iniciando sua carreira em 1980, com 2 anos de especialização em cabelo no Andersen Coiffeur, Hokaido Japan (1982- 1984)
Fez 05 anos de especialização com kimono (veste) e maquiagem no Atelier Misa Aoki Japan.

 

Visagismo e Perucas nos espetáculos Opera La Traviatta, Bodas de Figaro, musicais, teatro e publicidade.
Caracterização em filmes como Comédia Divina (Toni Venture), João, O Maestro (Mauro Lima). Em séries O Negócio (HBO), Juacas (Disney), Cine Holiudy (rede Globo), entre outros.

Formada em jornalismo, hoje atua como roteirista, dramaturga, produtora e diretora. Com uma carreira consolidada no teatro, soma mais de 20 peças de sua autoria, incluindo adaptações e criações originais para públicos adulto e infantil.

 

Sua contribuição às artes cênicas lhe rendeu prêmios de grande prestigio como: Prêmio Shell, pelo texto “Amor de Servidão”, Prêmio APCA pelo musical “Amídalas”, Prêmio Femsa e Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro, pela peça “A Odisséia de Arlequino”, Prêmio Qualidade Brasil pelo espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”, Prêmio DID de melhor musical brasileiro por ”Sílvio Santos Vem Aí” e Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Dramaturgia Original em Musicais por “Ney Matogrosso- Homem Com H”.

 

Em 2024 produziu o musical “Cabaret – Kit Kat Club”, com direção de Kleber Montanheiro, vencedor em quatro categorias no Prêmio Bibi Ferreira. No campo editorial, publicou adaptações de “O Doente Imaginário” para crianças, pela Editora 34 (2010) e “A Odisséia de Arlequino” pela Cia das Letrinhas (2018).

 

Sua trajetória também se destaca no audiovisual. Como roteirista trabalhou em três temporadas de “Sessão de Terapia”, exibida no GNT, e escreveu ao lado de Emílio Boechat, o roteiro do filme “Lascados” (2014) dirigido por Victor Mafra.

 

Na produção cinematográfica, assinou a produção executiva dos filmes “Os Dez Mandamentos” (2017) e “Nada a Perder” (2018), ambos dirigidos por Alexandre Avancini e distribuído pela Paris Filmes.


Além de sua atuação como dramaturga e roteirista, teve passagens pelo jornalismo na Rede Globo e Bandeirantes, e foi Diretora de Dramaturgia na Produtora Mixer. Também atuou como Diretora de Conteúdo da Record Filmes e atualmente é sócia da Paris Cultural, produtora teatral associada à Paris Filmes.